quarta-feira, 23 de novembro de 2016

OS MELHORES DOCES E SOBREMESAS DA EUROPA

 OS MELHORES DOCES DA EUROPA



Tocino del Cielo, Espanha
Toucinho do céu é uma das sobremesas tradicionais de Portugal e de Espanha. À base de ovos e açúcar, originou-se nos conventos, razão da denominação coletiva de doçaria conventual desta categoria de doces.



Cannoli, Itália
Os cannoli são uma sobremesa proveniente da Sicília que consiste em uma massa doce frita em formato de tubo, recheada de um creme de ricota ou creme de baunilha,doce de leite e outros recheios.



Panquecas belgas, Bélgica
Chamadas de gaufres ou waffles, seja você valão ou flamengo, as panquecas belgas exalam um aroma inebriante ao sair das assadeiras. Podem vir cobertas de creme, geleia, manteiga ou cremes, ser crocantes ou macias, leves ou pesadas, ter um toque de canela ou não. O fato é que faz a felicidade das crianças, tal como as nossas adoram churros. As de Liège, na Bélgica, são arrebatadoras.



Macaron, França
Macaron é um pequeno bolo granulado e comumente produzido sob forma arredondada de 3 ou 5 cm de diâmetro, especialidade de Lorraine, na França.




Panna Cotta, Itália
A panacota ou panna cotta é uma sobremesa típica da região italiana do Piemonte, elaborada a partir de nata de leite, açúcar, gelatina e especiarias, especialmente canela. Consome-se sozinha, com compotas ou com fruta fresca.

Fonte:http://blog.europatravel.com.br/2015/09/os-melhores-doces-e-sobremesas-da-europa.html

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

LETRA E TRADUÇÃO CHANDELIER

Chandelier - Letra e Tradução

Letra :
Chandelier
Party girls don't get hurt
Can't feel anything, when will I learn
I push it down, push it down

I'm the one "for a good time call"
Phone's blowin' up, they're ringin' my doorbell
I feel the love, feel the love

1, 2, 3 1, 2, 3 drink
1, 2, 3 1, 2, 3 drink
1, 2, 3 1, 2, 3 drink

Throw em back, till I lose count

I'm gonna swing from the chandelier, from the chandelier
I'm gonna live like tomorrow doesn't exist
Like it doesn't exist
I'm gonna fly like a bird through the night
Feel my tears as they dry
I'm gonna swing from the chandelier, from the chandelier

And I'm holding on for dear life
Won't look down, won't open my eyes
Keep my glass full until morning light
'Cause I'm just holding on for tonight
Help me, I'm holding on for dear life
Won't look down won't open my eyes
Keep my glass full until morning light
'Cause I'm just holding on for tonight
On for tonight

Sun is up, I'm a mess
Gotta get out now, gotta run from this
Here comes the shame, here comes the shame

1, 2, 3 1, 2, 3 drink
1, 2, 3 1, 2, 3 drink
1, 2, 3 1, 2, 3 drink

Throw em back till I lose count

I'm gonna swing from the chandelier, from the chandelier
I'm gonna live like tomorrow doesn't exist
Like it doesn't exist
I'm gonna fly like a bird through the night
Feel my tears as they dry
I'm gonna swing from the chandelier, from the chandelier

And I'm holding on for dear life
Won't look down, won't open my eyes
Keep my glass full until morning light
'Cause I'm just holding on for tonight
Help me, I'm holding on for dear life
Won't look down won't open my eyes
Keep my glass full until morning light
'Cause I'm just holding on for tonight
On for tonight
On for tonight
'Cause I'm just holding on for tonight
'I'm just holding on for tonight
On for tonight
On for tonight
'Cause I'm just holding on for tonight
'Cause I'm just holding on for tonight
'I'm just holding on for tonight
On for tonight
On for tonight



Tradução :





Lustre
Garotas festeiras não se magoam
Não sentem nada, quando eu aprender
Eu vou desmoronar, vou desmoronar

Sou aquela que 'me ligam para se divertirem'
Os telefones ficam tocando, estão tocando minha campainha
Eu sinto o amor, sinto o amor

1, 2, 3 1, 2, 3 drinque
1, 2, 3 1, 2, 3 drinque
1, 2, 3 1, 2, 3 drinque

Engulo tudo até eu perder a conta

Vou balançar ao ritmo do lustre, do lustre
Vou viver como se não houvesse amanhã
Como se não houvesse amanhã
Vou voar como um pássaro pela noite
Vou sentir minhas lágrimas enquanto elas secam
Vou balançar ao ritmo do lustre, do lustre

E estou aguentando firme pela vida
Não vou olhar para baixo, não vou abrir os meus olhos
Vou deixar o meu copo cheio até de manhã
Porque estou aguentando firme hoje à noite
Me ajude, estou aguentando firme pela vida
Não vou olhar para baixo, não vou abrir os meus olhos
Vou deixar o meu copo cheio até de manhã
Porque estou aguentando firme hoje à noite
Aguentando firme hoje à noite

O sol se pôs, eu estou um caos
Preciso ir embora agora, preciso fugir disso
Lá vem a vergonha, lá vem a vergonha

1, 2, 3 1, 2, 3 drinque
1, 2, 3 1, 2, 3 drinque
1, 2, 3 1, 2, 3 drinque

Engulo tudo até eu perder a conta

Vou balançar ao ritmo do lustre, do lustre
Vou viver como se não houvesse amanhã
Como se não houvesse amanhã
Vou voar como um pássaro pela noite
Vou sentir minhas lágrimas enquanto elas secam
Vou balançar ao ritmo do lustre, do lustre

E estou aguentando firme pela vida
Não vou olhar para baixo, não vou abrir os meus olhos
Vou deixar o meu copo cheio até de manhã
Porque estou aguentando firme hoje à noite
Me ajude, estou aguentando firme pela vida
Não vou olhar para baixo, não vou abrir os meus olhos
Vou deixar o meu copo cheio até de manhã
Porque estou aguentando firme hoje à noite
Aguentando firme hoje à noite
Aguentando firme hoje à noite
Porque estou aguentando firme hoje à noite
Estou aguentando firme hoje à noite
Aguentando firme hoje à noite
Aguentando firme hoje à noite
Porque estou aguentando firme hoje à noite
Porque estou aguentando firme hoje à noite
Estou aguentando firme hoje à noite
Aguentando firme hoje à noite
Aguentando firme hoje à noite





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domingo, 20 de novembro de 2016

'O inferno é o presídio', afirma ex-detento

Ex-detento conta como é a vida na prisão (Foto: Caio Kenji/G1)]

  “O inferno não é embaixo da terra; o inferno é o presídio”. Com essas palavras o ex-detento R.S. (*), 39 anos, definiu os 12 meses nos quais ficou encarcerado em uma penitenciária, na cidade de São Paulo.
Na última terça (13), durante um encontro com empresários em São Paulo, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse que "preferia morrer" a ficar no sistema penitenciário brasileiro, o que gerou um debate durante a semana sobre a situação nas prisões. “Do fundo do meu coração, se fosse para cumprir muitos anos em alguma prisão nossa, eu preferia morrer”, afirmou.
Preso por furto, o ex-detento R.S. enfrentou os piores momentos de sua vida dividindo uma cela, com capacidade para seis pessoas, com outros 56 presos. “É horrível. Você não tem privacidade, não tem lugar para todo mundo dormir. Ficava todo mundo no chão, no banheiro. Às vezes, tinha que revezar, cada um dormia um pouco”, relembra.
O Brasil tem hoje uma população carcerária de 514.582  presos, a despeito de existir uma capacidade projetada para 306.497 detentos. Isso significa um déficit de 208.085, segundo dados de dezembro de 2011 do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) -- órgão ligado ao Ministério da Justiça.
“O grande problema do sistema prisional é a superlotação. Ela impede que o preso tenha uma vida digna. Por conta dela, os detentos acabam tendo que brigar por necessidades básicas, por exemplo, por um lugar onde dormir”, acredita a procuradora Paula Bajer, membro do grupo de trabalho Sistema Prisional, da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, vinculado ao Ministério Público federal.
De acordo com a procuradora, a ausência de uma assistência médica aos presos também é um problema a ser enfrentado. “Hoje, há um atendimento médico deficiente nos presídios.” Além disso, as péssimas condições de higiene são um grande vilão

“Fiquei doente, porque aquele lugar é imundo, tem barata para tudo que é lado. Tive muita tosse”, conta o ex-detento. Ele revelou ainda que nunca passou por uma consulta médica dentro do presídio. “O único remédio que eles dão é dipirona e laxante. Os medicamentos que tomei foram depositados pela minha mãe no dia de visita”, afirma.
“O pior de tudo é o que eles fazem com a gente durante as revistas. Eles batem em todo mundo com pedaços de pau, soltam bomba de gás, soltam cachorro, jogam nossas roupas no chão”, relembra R.S. De acordo com ele, essas sessões de violência aconteciam ao menos uma vez por mês.

Ele revela ainda a existência de drogas e celulares dentro da carceragem. “O que mais tem é droga, de todo tipo. Tem mais lá dentro do que aqui fora. A própria droga é um calmante para os detentos”, explica.

Já os celulares são de uso restrito dos integrantes da facção criminosa que age dentro e fora dos presídios. “Quem faz parte da facção tem livre acesso a esses telefones. Eu não tinha telefone nenhum”, acrescenta o preso.

Casado e pai de duas meninas, M.S hoje trabalha como instrutor em uma autoescola. “Hoje sou um trabalhador registrado, não quero mais saber de coisa errada. Tirei uma lição disso tudo que passei: coisa errada não compensa. Não ganhei nada com isso e perdi um ano de liberdade”, afirma.
G1 tentou entrar em contato com a Secretaria de Administração Penitenciária do Estado de São Paulo, mas ninguém atendeu as ligações.
PresídiosPara acabar com o déficit de vagas, o governo federal lançou, no ano passado, um plano que prevê R$ 1,1 bilhão para a criação de vagas em penitenciárias até 2014. O dinheiro servirá para financiar 20 mil vagas contratadas durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outras 42 mil a serem contratadas no atual governo. O problema é que, um ano após o lançamento, nenhum presídio teve a construção iniciada, informou o ministro da Justiça durante uma videoconferência com a imprensa, na última quarta-feira (14).
Presos provisóriosSegundo dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o estado com maior percentual de presos provisórios, aqueles que ainda aguardam julgamento, é o Rio de Janeiro com 72%, seguido do Rio Grande do Norte (71%), Mato Grosso (70%), Mato Grosso do Sul (66%) e Alagoas (62%). Em todo país, há 196.860 detentos nessa condição, 39,8% do total.
Para a promotora Paula Bajer, a prisão provisória é utilizada em excesso no Brasil. “Nas leis penais, a prisão provisória é excepcional. Se não estiverem configurados os quesitos da prisão provisória, então a pessoa deve ser colocada em liberdade, isso está na Constituição Federal e nas leis.”
De acordo com ela, é preciso fazer uma varredura nos sistema prisional brasileiro, a fim de identificar os casos em que a pessoa pode responder em liberdade. “É necessário um exame meticuloso caso a caso para verificar a necessidade da detenção provisória”.
O excesso de presos provisórios foi alvo da nova lei de fiança (Lei 12.403), que criou medidas cautelares com o objetivo de combater a banalização da prisão provisória no país. No entanto, a legislação, em vigor desde agosto de 2011, não resultou em uma diminuição na população carcerária brasileira, como acreditavam seus defensores.
A intenção da lei era não mandar para a prisão alguém que, mesmo condenado, não seria preso (uma pena de 2 anos, por exemplo, seria substituída por prestação de serviço à comunidade, mas em muitos casos, o réu ficava preso mais do que isso antes de ser julgado).
MutirõesDe 2008 a 2011, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realizou mutirões carcerários para avaliar a situação dos processos de presos provisórios e condenados, além da situação do encarceramento. No período, foram analisados 415 mil processos, com o objetivo de garantir o cumprimento da Lei de Execuções Penais e a dignidade dos detentos.
O resultado revelou dados assustadores: 36 mil pessoas que já deveriam estar soltas foram libertadas, e outras 76 mil em condições de receber progressão de pena finalmente tiveram o benefício concedido. O órgão listou ainda os problemas encontrados nas unidades prisionais, entre eles, superlotação, condições insalubres e maus-tratos.

Em São Paulo, o relatório do CNJ aponta ainda problemas como o inexpressivo número de análise dos benefícios de comutação e indulto; duplicidade de condenações e de execuções derivadas de um mesmo crime; inexistência de atendimento jurídico ao preso; e morosidade no julgamento dos recursos.

O desrespeito às regras do regime de cumprimento da pena também é recorrente nos presídios de São Paulo. “São raros os estabelecimentos adequados para o cumprimento das penas em regime semiaberto e quase inexistentes aqueles destinados ao regime aberto. Na prática, a maioria dos apenados em regime semiaberto se submete às regras do regime fechado”, aponta o texto.
CPI do Sistema Carcerário
Em 2008, a Câmara Federal instaurou uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os problemas do sistema carcerário no país e apontar soluções. Após oito meses de trabalho e diligências em 102 presídios de 18 estados, o grupo constatou uma série de problemas.
“Constatamos a existência de um inferno. Não existe um sistema carcerário no Brasil, mas sim um inferno, um caos, fragmentos de uma bagunça generalizada”, disse o relator da CPI, deputado Domingos Dutra (PT-MA).
A comissão também relatou os conhecidos problemas da superlotação e falta de oferta de estudo e trabalho dentro dos presídios.
O relatório chama ainda a atenção das autoridades para a acomodação indiscriminada dos presos. “É uma salada de presos, uma mistura de presos provisórios com sentenciados, jovens com idosos, dos que cometeram pequenos delitos com os de alta periculosidade, de detentos doentes com saudáveis”, afirmou o deputado, lembrando que o próprio Código Penal estabelece uma separação por idade, sexo e tipo de pena.
Na opinião do relator, o descaso do poder público com o sistema prisional tem um motivo: “Não encontrei nenhum colarinho branco preso em nenhum estabelecimento penal. Não encontrei nenhum ‘granfino’. Só gente pobre, lascada, que viveu a vida inteira na periferia.”
Ao final dos trabalhos, a CPI encaminhou um relatório discriminando os problemas e apontando soluções aos poderes. A comissão também acabou indiciando 36 pessoas, entre juízes, promotores e diretores de estabelecimentos prisionais.
Foram apresentados 12 projetos de lei, que estão hoje em tramitação na Câmara. Dois deles já foram aprovados e viraram leis: o primeiro estabelece que, a cada três dias trabalhados pelo detendo, a pena é reduzida em um dia. O segundo aplica o mesmo princípio ao estudo.
“A maior contribuição da CPI foi com relação à mudança de mentalidade do poder público e da sociedade. Antes dela, só se falava do sistema carcerário quando havia rebelião. Hoje, o Estado já se deu conta que deve fazer uma política séria para o sistema prisional ou a segurança pública não terá solução”, concluiu o deputado.
(*) A pedido do entrevistado, o G1 manteve em sigilo sua identidade.



5 erros que cometemos na hora do make

erros que cometemos na hora do make

Não tem nada pior do que chegar a uma festa, e ver que todos olham estranho pra você, imediatamente você vai ao banheiro e percebe que tem batom no dente, ou excesso de pó depois da retocada básica! Mas, bem, não somos perfeitas e maquiagem é uma arte que se aprende com prática, conhecer os produtos são melhores para nossa pele, esconder o que nos incomoda, ler as dicas de maquiagem que o Dicas Moda tem! :)

#1 Usar a base incorreta:

erros que cometemos na hora do make

A base não é para dar a pele um tom bronzeado, pra isso existe os bronzers. Como o próprio nome indica sua função é dar a pele uma base para receber o blush , sombras e outras maquiagens, e junto com o corretivo, cobrir as imperfeições. Portanto a base deve ser da mesma tonalidade de sua pele, não de uma cor diferente.
Antes de comprar uma base experimente várias opções e com diferentes iluminações. Aquela que se fundir com a cor da sua pele vai ser a correta. Nem mais escura nem mais clara. Uma dica quando for experimentar a base aplique um pouquinho no rosto, sempre uso este método e tem dado certo.

#2 Abusar da maquiagem:

erros que cometemos na hora do make

Muitas meninas pensam que quanto mais maquiagem mais bonitas estão ou que menos as imperfeições vão aparecer. No entanto este é um pensamento muito errado: na maquiagem menos é mais. Uma das dicas mais básicas para ter uma maquiagem suave e natural, se os olhos estão com sombras escuras, o lábios devem estar o mais natural possível.
Usar um make pesado também esta fora de moda. Uma das últimas tendências em maquiagem é criar um look natural com iluminador, blush suave e lábios nude.

#3 Aplicar base na pele seca:

erros que cometemos na hora do make

Outro erro muito comum é aplicar a base na pele seca. Isso cria um efeito feio, porque a maquiagem pode craquelar no rosto, e a pele pode ficar com “escamas” e até pode marcas as linhas de expressões e rugas.
Antes de começar a maquiagem, limpe o rosto e depois use hidratante. Espera alguns minutos para que o creme penetre bem na pele, só então aplique a base. Você vai ver que seu rosto maquiado fica muito atraente com uma pele previamente hidratada.
E outra dica muito importante! Quando for espalhar a base no rosto espalhe para o pescoço para evitar o terrível efeito “máscara”.

#4 Abusar do blush:

erros que cometemos na hora do make

Este é um erro que eu ando vendo muito, aplicar uma quantidade tão grande de blush faz com que nossas bochechas coradas fiquem com ar de palhaço. Horrível! e olha o nosso lembrete na hora da maquiagem moderação!

#5 Ignorar as sobrancelhas:

erros que cometemos na hora do make

Devemos manter as sobrancelhas limpas, bem aparadas e penteadas para a make dos olhos saírem perfeitas. Isto é, quando as sobrancelhas estão limpas, o olhar se destaca mais. Se você utiliza lápis de sobrancelha para preenchê-las de defini-las, tome cuidado, porque a sobrancelha pode ficar muito grossa ou mais escura que a realidade.